Hiroshima Mon Amour

Apetece-me histórias de Bruxas, e outras criaturas

Junho 2, 2009 · Deixe um Comentário

 

                                          Muito brevemente…

Categorias: the calling
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Monocaústica

Junho 2, 2009 · Deixe um Comentário

Eu caí do céu

Para debater-me no teu inferno.

impírico racional

é por aventura

Crime colateral

insaciante desposado

Brilhas na noite

escura é a noite

emana ainda o cheiro

o cheiro do coyote

o coração

esse manda jactos de areia

de tão desertico por dentro está

Seres de fogo acendem e apagam

Na escura clareira

esta desnuda-se

e seduz

e seduz-te

tu que me seduzes.

Chamas-me , apelas-me

até ao indefinido

infinito.

Monocaústica,

dor de ser

um a sentir

um a doer

ácido de ferir

químico a corroer

Queima o meu coração

está a arder

arder até curar

Há-de voltar a bater

a bater por outro coração

que romperá a sina

a sina do amor cão

Categorias: reflexos de sonho
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O Sabbat

Junho 2, 2009 · Deixe um Comentário

in enciclopédia livre

Os oito Sabbats, celebrados a cada ano pelos Bruxos se originam nos antigos rituais que celebravam a passagem do ano de acordo com as estações do ano, épocas de colheita e lactação de animais. Os Sabbats, também conhecidos como a “A Roda do Ano“, têm sido celebrados sob formas diferentes por quase todas as culturas no mundo. São conhecidos sob vários nomes e aparecem com freqüência na mitologia.

Os quatro Sabbats principais (ou grandes) correspondem ao antigo ano gaélico e são chamados de Imbolc (Candlemas), Beltane, Lammas (Lughnassad) e Samhain. Os quatro menores são Ostara (Equinócio de Primavera), Litha (Solstício de Verão), Mabon (Equinócio do Outono) e Yule (Solstício de Inverno).

Ao contrário da imagem que muitas pessoas têm do Sabbat dos Bruxos, eles não constituem uma ocasião em que as Bruxas se reúnem para realizar orgias, lançar encantamentos ou preparar poções misteriosas. A magia raramente é realizada, se é que isso acontece, num Sabbat de Bruxos. O Sabbat, infelizmente tem sido confundido também com a “Missa Negra” Satânica ou “Sabbat Negro”, sendo esse outro conceito errado que muitas pessoas têm e que é decorrente de séculos de propaganda antipagã da Igreja, do medo, da ignorância e da imaginação excessiva dos escritores desde a Idade Média. Uma Missa Negra não é um Sabbat de Bruxos, mas uma prática satânica que parodia o principal ritual do Catolicismo e que inclui supostamente o sacrifício de bebês não batizados, orgias sexuais pervertidas e a recitação de trás para frente do “Pai Nosso”.

Nada disso jamais acontece nos Sabbats dos Bruxos. Não há sacrifícios (humano ou animal), não há o que chamam de magia negra, não há rituais anticatólicos. Os Sabbats são apenas datas em que os pagãos celebram a vida e tudo que nela existe, celebram a Natureza, dançam, cantam, deleitam-se com alimentos pagãos e honram as deidades da Religião Antiga (principalmente a Deusa da Fertilidade e Seu Consorte, o Deus). Em certas tradições wiccan’s, a Deusa é adorada nos Sabbats de Primavera e do Verão, enquanto o Deus é homenageado nos Sabbats do Outono e do Inverno (visível igualmente na representação dentro do coven).

A celebração de cada Sabbat é uma experiência espiritual intensa e sublime que permite aos wiccanos permanecerem em equilíbrio harmonioso com as forças da Mãe Natureza (…).

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Pelo contrário, ha  muito vinho. =D

 

Categorias: Mistério desvendado
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